Junho foi escolhido para ser o mês do orgulho LGBTQIA+ por conta da revolta de Stonewall, que aconteceu em 28 de junho de 1969, mais precisamente em em Greenwich Village, Nova York nos Estados Unidos.
Stonewall era um dos poucos locais onde a comunidade LGBT+ podia frequentar durante os anos 60, mesmo após a homossexualidade não ser mais considerada um crime nos Estados Unidos desde 1962. Infelizmente na mesma época surgiu um surto de HIV/Aids que acabou sendo usado contra a comunidade e causando mais repressão as estas pessoas, pois neste período não havia o conhecimento que temos hoje e muito menos tratamento para está doença.

A Revolta de Stonewall teve iniciativa pelo cansaço e pela revolta da comunidade LGBTQIA+ por não ter os direitos básicos de um cidadão (como andar nas ruas, frequentar locais como restaurantes e bares, muito menos expressar suas identidades) sem que houvesse um abordagem violeta da sociedade local ou até mesmo da policia. No dia 28 de junho de 1969 foi marcado para a comunidade por ser uma das primeiras vezes que a mesma enfrenta as agressões e tenta se defender.

Representatividade, uma palavra que nos últimos anos foi muito falada e que muita gente até se cansa de tanto ouvi lá, mas a gente acabou esquecendo da importância que está palavra.
Representatividade é a forma como levamos para a mídia formas que mostrem a existência de algo ou alguém, para que muitos saibam que estas realidade existem e que merecem ser vistas e respeitadas. Mas isso possui uma importância ainda maior na vida destas pessoas que estão sendo representadas.
Representatividade contribuí para a autoestima para suas comunidades, empoderamento e confiança em si mesmo. Poder se ver em todos os lados é fundamental.
Netflix
série sobre uma caçadora de vampiras que se apaixona... por uma vampira!

Amazon
comédia romântica em que um adolescente cria um perfil fake para ser seu namorado... mas aí conhece alguém de verdade.

Netflix
prestes a fechar um grande contrato, uma jovem cantora precisa decidir se segue as regras da família e renega seu grande amor

Disney+
produção off-Broadway sobre um garoto de 13 anos lutando contra a homofobia. Inspirado em uma história real


Born This Way da Lady Gaga é um dos álbuns mais icônicos e que tem um poder politico muito grande por trazer muita representatividade para pessoas da comunidade LGBT+.
Por mais que eu saiba que nascemos assim me vem sempre um pensamento de “E se ser LGBTQIA+ não fosse uma condição?” a gente não teria o direito de fazer da nossa vida o que quiser, desde que não interferíssemos na vida dos outros?
Muita gente ainda acredita que essas de “nascemos assim” é uma desculpa que usamos para acabar com um discurso LGBTfobico, mas é extremamente incompreensível uma fala dessa mesmo se uma pessoas escolhesse ser gay ou bi ou trans.
Ninguém escolhe nascer assim, mas se escolhesse eu mesmo escolheria ser quem sou e ninguém deveria dar pitaco.
Essa foi um dos maiores feitos que a Netflix fez, a série muito leve e doce, criou um ambiente onde a gente pode sonhar, desejar e espero que possamos por em prática. Ela conta a história de um jovem de 15 anos chamado Charlie, que vive um romance com um de seus colegas de classe, mas que é um pouco problemático, até que ele conhece o Nick Nelson, que é um jovem considerado padrão, que o faz criar sentimentos e acabam vivendo um romance.
A série é tudo que estamos precisando na questão de representatividade, por contar com um elenco muito diverso e principalmente pelo seu roteiro leve, que trata vários assuntos com uma certa serenidade e leveza, por trazer uma visão de que é possível a existência de um mundo livre para todos se expressarem como quiser e principalmente para amarem como quiser.
